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KADU MOLITERNO MOSTRA CORPO

AOS 63 ANOS, KADU MOLITERNO MOSTRA CORPO DE GAROTÃO AO POSAR COM A NAMORADA NA ACADEMIA: “VIDA DE ATLETA”


ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez, aproveitaram o sábado (22/8) para treinar na academia.
Sempre que podem, eles malham juntos, e os resultados são visíveis não só para Cristianne, que é atleta campeã de fisiculturismo.
Sempre juntos, eles fazem questão de postar um selfie em cada academia que visitam, junto com as hashtags #casalblindado, #casalfitness e #vidadeatleta.
Aos 63 anos, Kadu Moliterno, lembrado até hoje por seu papel personagem no seriado Armação Ilimitada,  mantem um corpão de fazer inveja a muito novinho. Seu último trabalho na TV foi na novelaAlto Astral, na pele de Pedro.
Já Cristianne Rodriguez, tem 38 anos. A boa forma do casal é inegável.
Veja abaixo mais algumas fotos do casal:
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez - Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez – Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez - Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez – Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez - Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez – Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez - Foto: Reprodução/ Instagram
O ator Kadu Moliterno e a namorada, Cristianne Rodriguez – Foto: Reprodução/ Instagram
Cristianne Rodriguez, a namorada do ator Kadu Moliterno - Foto: Reprodução/ Instagram
Cristianne Rodriguez, a namorada do ator Kadu Moliterno – Foto: Reprodução/ Instagram
Cristianne Rodriguez, a namorada do ator Kadu Moliterno - Foto: Reprodução/ Instagram
Cristianne Rodriguez, a namorada do ator Kadu Moliterno – Foto: Reprodução/ Instagram

Caçadores de tesouros

Caçadores de tesouros dizem ter achado trem nazista cheio de ouro

  • AP Photo/Arquivo
    Imagem de arquivo mostra um dos túneis secretos construídos pelos nazistas na Polônia
    Imagem de arquivo mostra um dos túneis secretos construídos pelos nazistas na Polônia
Um polonês e um alemão alegam ter encontrado, na cidade de Walbrzych, na Polônia, um trem do Exército nazista carregado de ouro, obras de arte e armas de guerra. Uma lenda local dava conta do sumiço do veículo, que teria desaparecido, no final da Segunda Guerra Mundial, numa montanha no sudoeste polonês, enquanto os alemães fugiam do avanço soviético. Agora, os dois homens exigem 10% do valor do tesouro para revelar o paradeiro exato do trem, que teria de 120 a 150 metros de extensão.
O advogado dos dois homens, Jaroslav Chmielewski, declarou ao portal onet.pl que ambos são "pessoas sérias". O advogado afirmou que os indícios entregues pelos seus clientes são "muito fidedignos". "Eles ainda estão um pouco céticos quanto ao fato de se tratar do famoso trem cheio de ouro dos nazistas", acrescentou, sem deixar de mencionar que essa possibilidade não está descartada.
Historiadores dizem que a existência do trem nunca foi provada. Porém, autoridades locais têm aproveitado todas as chances de recuperar tesouros que vêm sendo procurados há 70 anos por moradores e oficiais. "Acreditamos que o trem foi encontrando e estamos tratando essa informação com seriedade", disse Marika Tokarska, funcionária do município de Walbrzych à agência de notícias AP nesta quinta-feira (20).

Ela contou que, no último mês, recebeu duas cartas de uma empresa de advocacia que representa os dois homens, que se mantêm anônimos, com algumas informações sobre o conteúdo e o tamanho do trem, além da exigência da percentagem sobre o valor. As autoridades locais declararam estar dispostas a pagar o que foi pedido, caso a localização se confirme.
Porém, a primeira carta incluía algumas referências à topografia da área que indicariam que os clientes de Chmielewski não conhecem bem a região de Walbrzych. Joanna Lamparska, uma autora que já escreveu sobre o trem e a história local, acredita que a alegação é uma farsa. "Tivemos várias histórias como essas nos últimos anos, com pessoas dizendo ter encontrado o trem", disse a autora à AP. "Mas nunca acharam nada."
Mesmo assim, o prefeito de Walbrzych já convocou uma reunião com bombeiros, policiais, militares e outras autoridades locais para discutir uma forma de lidar com o trem, caso for realmente encontrado. Além da possibilidade de o veículo estar carregado com explosivos, o gás metano existente no subsolo poderia aumentar o risco de explosões.

Mistério nazista

Lamparska descreve a região como um emaranhado de campos e montes onde os nazistas possuíam uma malha ferroviária secreta e túneis com aberturas camufladas que seguiam por dentro das montanhas.


A história teve início com um minerador polonês, que afirmava ter escutado, logo após o fim da guerra, o relato de colegas alemães que diziam ter visto o trem ser empurrado para dentro das montanhas. De acordo com Lamparska, o minerador passou o resto da vida tentando encontrar o tesouro.



Segundo a lenda, um trem alemão saiu da cidade de Breslau (hoje, Wroclaw, na Polônia) em abril de 1945, seguindo para o oeste em direção a Walbrzych. Em algum ponto da viagem dos 60 quilômetros da viagem, o veículo desapareceu.



Durante a Guerra, Adolf Hitler iniciou a construção de um sistema secreto com vários túneis subterrâneos por baixo das montanhas da região, que na época ainda pertencia ao território alemão. Especula-se que a construção abrigaria um quartel militar, porém, até hoje o projeto continua envolto em mistério.



Agora, o mistério gira em torno da identidade dos dois homens que afirmam ter encontrado o trem. "Pode ser uma história totalmente inventada ou, também, que eles tenham recebido informações diretamente dos alemães", afirmou o bombeiro Krzysztof Szpalkowski, de Walbrzych, à emissora polonesa TVN24. "Talvez alguns desses homens seja descendente de alguém que participou do caso."

Hacker consegue controlar aviões

Hacker consegue controlar aviões com um aparelho Android

(Fonte da imagem: 
Hugo Teso é um piloto de aviões comerciais e consultor de segurança. Durante uma conferência chamada “Hack In The Box”, que ocorreu em Amsterdam, Teso deixou a plateia impressionada com um software desenvolvido por ele.
De acordo com o analista, é possível assumir o controle total de uma aeronave comercial através de um simples aplicativo para Android. O software busca alvos se infiltrando em transmissões de rádio entre os aviões e a torre de comando e depois utiliza um segundo sistema de comunicação para enviar mensagens maliciosas e assumir o controle total da aeronave.
Teso demonstrou, inclusive, que é possível utilizar os próprios acelerômetros dos aparelhos para controlar fisicamente o voo dos aviões e executar manobras que podem resultar em acidentes. O analista também contou que, quando entrou em contato com as empresas aéreas para discutir o problema, ficou surpreso com a rapidez com que elas se comprometeram em ajudá-lo a encontrar soluções.

Piloto automático

Segundo Teso, caso um avião seja alvo desse tipo de “sequestro” a única saída para o piloto é desativar o piloto automático e assumir o controle manual. Porém, é preciso que ele perceba a situação a tempo, o que não é algo muito simples de se fazer.
A parte boa da notícia é que esse aplicativo é apenas a prova de um conceito, e já está sendo utilizado para implementar novas medidas de segurança nos sistemas de comunicação dos aviões mais modernos.

cozinha dos Simpsons na própria casa

Casal canadense recria cozinha dos Simpsons na própria casa

O casal canadense Marcia Andreychuk e Joel Hamilton resolveu recriar em sua própria casa uma pequena parte da cidade de Springfield, de "Os Simpsons". Eles passaram os últimos oito meses reformando a cozinha da residência para que ela ficasse similar à do seriado norte-americano. As informações são do 'Update or Die'.
A ideia começou quando o casal pendurou um quadro da cozinha dos Simpsons na parede da casa. Então, a dupla colocou a mão na massa para transformar o cômodo igual ao que viam na televisão.
Reprodução
Reprodução
O casal demorou oito meses para transformar a cozinha da casa no cenário dos Simpsons
Marcia e Joel pensaram nos mínimos detalhes para mudar a cozinha, trocando gabinetes, cortinas, máquinas de lavar e secar. E o mais interessante é que ele usaram técnicas simples, como cobrir o móvel com papel contact colorido. A única alteração mais cara foi o piso azul e amarelo, como o da série.
O casal ainda quer comprar uma torradeira roxa, um liquidificador parecido e botijões amarelos, além de convidar os sobrinhos para estampar a geladeira com desenhos como os de Lisa, Bart e Maggie.
Veja mais fotos e assista ao vídeo:

Mais de 60 mil pessoas morreram no maior manicômio do Brasil

Mais de 60 mil pessoas morreram no maior manicômio do Brasil

Ao longo do século passado, a única solução para pessoas com transtornos mentais era o isolamento em manicômios. O maior do Brasil foi o Colônia, que começou a funcionar em 1903, em Barbacena (MG). Lá, pelo menos 60 mil pessoas perderam a vida numa trajetória de quase um século de desrespeitos aos direitos humanos.
Hiram Firmino foi um dos poucos jornalistas a entrar no hospício, no fim da década de 1970. Ele escreveu diversas matérias com denúncias sobre os horrores que viu no Colônia. "Mulher é um símbolo de beleza. Para mim, foi chocante ver as mulheres do hospício no chão, sujas, igual bicho, quase todas nuas, no meio de fezes, urina, rato, dormindo em capim. Agora ver as crianças no mesmo estado, com um pneu velho o dia inteiro, que era a única coisa que tinham para brincar, foi ainda pior", desabafa o jornalista.

A terapia por meio de choques era usada, muitas vezes, como poderosa arma de punição contra os que não se comportavam. Sueli Rezende morreu no regime de internação. A filha, Débora Soares, 30 anos, foi adotada. Ao buscar informações sobre a mãe biológica, Débora ficou horrorizada com o que viu nos prontuários. "Minha mãe chegou a receber quinze sessões de choque em um mês, era dia sim, dia não, algo intolerável. Ela se rebelava e fazia de tudo para não levar o choque: corria, ia pro banheiro, tentava derrubar o aparelho e lutava com os funcionários".
A jornalista Daniela Arbex fez uma vasta pesquisa sobre o Colônia. Ela escreveu uma série de reportagens e um livro sobre o assunto. Daniela descobriu que o esgoto corria a céu aberto no hospício e muitas vezes servia de alimento. "Você via as pessoas definhando. Isso já é um indício muito forte de que não havia alimentação. Os funcionários da época e os próprios pacientes contaram que não havia alimento suficiente, que eles passavam fome, que, muitas vezes, havia uma sopa rala".
A maioria dos doentes não tinha direito a cama. Dormiam em capins, agarrados uns aos outros para espantar o frio das serras geladas de Barbacena. A superlotação do hospício era a justificativa para o descaso. Em 1960, em um lugar projetado inicialmente para 200 pacientes, havia 5 mil. Muitos que passavam por tudo isso nem tinham transtorno mental.
"A gente encontrou histórias de pessoas que foram mandadas pro hospital para esconder uma gravidez, porque tinham perdido seus documentos ou porque o marido resolveu ficar com a amante", constatou Daniela.

Encontros e Desencontros

Nos antigos manicômios, as mulheres que engravidavam não podiam ficar com os filhos. As crianças eram adotadas ou iam para orfanatos. A secretária Débora Soares nasceu dentro do hospício de Barbacena. Foi adotada por uma funcionária do lugar. Já adulta, Débora descobriu que a mãe biológica se chamava Sueli Rezende e que ela poderia estar internada no hospital psiquiátrico da cidade. Ao chegar ao local, ficou sabendo que a mãe havia morrido há um ano.
Agora, Débora quer descobrir o paradeiro da irmã, a segunda filha que Sueli teve no hospital. "Ela foi entregue para adoção. Eu só sei que nasceu no dia 15 de junho de 1986, é dois anos mais nova e o nome que minha mãe escolheu para ela foi Luzia Rezende. Mas devem ter trocado o nome".
Ao ler os prontuários da mãe biológica no hospital, Débora teve a certeza de que foi muito amada por ela. "As únicas lembranças que minha mãe tinha eram a cor de pele das filhas, uma morena e outra branquinha, e as datas de nascimento. Quando eu fiz 8 anos, ela teve uma crise e ficou pedindo para saber como era o rostinho da filha", revela Débora.
O bombeiro João Bosco, 48 anos, e a mãe Geralda Siqueira, 66 anos, ex-interna do hospício de Barbacena, também foram vítimas da política de afastamento entre mães e filhos nos manicômios. Geralda ainda foi vítima do isolamento no manicômio sem nunca ter tido transtorno mental. Órfã desde criança, ela foi morar aos 11 anos numa casa de família para ser empregada doméstica. Foi estuprada várias vezes pelo patrão, até ficar grávida. Para se livrar do problema, o patrão a levou para o hospício. "Eu levei o maior choque porque eu nunca tinha visto aquilo. Era horrível ficar naquela prisão, no meio daquela bagunça, sujeira, com uma porção de gente doente", desabafa a ex-interna do hospício.
Depois que o filho João Bosco nasceu, Geralda conseguiu alta do hospício. Foi atrás de emprego e deixou o filho com religiosas que trabalhavam no local. Um dia, quando voltou para visitá-lo, a criança não estava mais lá. Geralda ficou desesperada e começou a cobrar explicações sobre o paradeiro do menino.
"Como eu fiquei nervosa, os funcionários me pegaram pelo braço e me levaram para a sala de tratamento com eletrochoque. Levei um choque enorme e fui ameaçada de ficar internada para sempre no hospício caso voltasse lá atrás do meu filho. Nunca mais tive notícia dele".
João Bosco foi para um orfanato, depois para a Febem (local onde se internavam jovens em conflito com a lei) e finalmente passou no concurso do Corpo de Bombeiros. Os colegas da corporação é que tentaram descobrir o paradeiro da mãe de João e conseguiram encontrá-la em 2011. De lá pra cá, os dois não se desgrudam. "Por mais que os problemas da vida levem cada um para um lado, existe um laço invisível, enlaçado por Deus, entre a mãe e o filho. Isso ninguém rompe. Quando nos reencontramos, voltamos à nossa origem", disse João Bosco.

Gosto de Comprar

Poder de Compra

Sempre que posso gosto de ir as compras. Tanto online quanto em lojas do comercio.
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Complexo

Sentido Inferior 

Minha adolescência não foi fácil, assim como todos os adolescentes do mundo somos todos complexados, tudo dificultamos, tudo é tão difícil só os nossos problemas existem.

E sempre achando que os meus problemas eram maiores, fui me fechando do mundo e vivendo em mundo de imaginação onde tudo que idealizada era com a atenção voltada para a minha pessoa. E que fizesse com que a minha realidade se torna-se algo mais real.

Mais como um adolescente, tudo em nossa mente é meio que demente, uma simples coisa vira uma tempestade e sempre só olhamos as coisas negativas, sempre gostamos do que é mais difícil  e tudo é querer resolver da forma mais complicada,

E porque nunca reparamos ao nosso redor? sempre queremos o que esta mais longe, bem mais longe. Creio que o ideal para quando somos adolescentes, é alcançar na aquilo que se quer, no determinado plano que se traça nesse mundo imaginário, faz com que  é muito mais simples para se fazer tao proeza, mais por outro lado não se é feito nada para tentar chegar nesse ideal. 

Aí, é um dos pontos em questão, onde quando é adolescente começa a se sentir inferior. Pois atitude se tem, mas ela vive guardada nos planos, Por inúmeros fatores que explicarei em outros posts.